
A ➟ Z of Rupert Grint; Olympic Torch
“Running is kind of a new thing for me. I don’t usually run for anything, but it was all downhill so I was okay.” Rupert Grint (x)
“It’s really exciting,” Grint told MTV News on the set of his new movie “CBGB” in Savannah, Georgia. “I’ve always been a big fan of the Olympics and [have] always [wanted] to get involved with it.” Rupert Grint (x)
“It’s a really historical kind of event, and I don’t think in my lifetime there’ll be another Olympics in London, so yeah, I feel really honored to be part of it,” Rupert Grint (x)
Rupert was successfully nominated to carry the Flame after inspiring others through his extensive work with children’s charities across the UK. Rupert is actively involved with charities Starlight and the Make-A-Wish Foundation which grant once-in-a-lifetime and magical wishes to seriously and terminally ill children. He also spends much of his free time working with the Teenage Cancer Trust and Great Ormond Street Hospital (x)
This life is just a game we play, that we can never win.
Eu não quero me tornar uma dessas coitadas por aí. Que vivem a vida no raso, no superficial. Eu quero me afundar, em assuntos, pessoas, lugares. Eu quero aproveitar sem ter que dizer ”Chega!” quando der de cara com algum limite social. Eu tenho os meus próprios limites, e não importa a quem agrade ou não, eu irei segui-los até o final. Limites são como as praias. Ninguém tem medo de se aventurar no raso, todos ficam ali, na ”bordinha”. Mas poucos tem coragem de encarar a maravilha que é achar alguém fundo de verdade. E quando eu digo fundo, não que seja incompreensível, e sim, que sinta tudo da forma mais verdadeira possível. Sem esconder as próprias opiniões por medo do que a sociedade pensa. A verdade é que eu fujo da sociedade, e divido o mundo em duas partes, ”todo mundo” e ”eu”. Por que ser feliz, é ser você mesmo. Eu cresci e percebi o quão rasas são as pessoas ao meu redor, e tudo isso, por uma questão de comodismo. O fácil é o mais bonito, é o que está na moda. Mas o que exige um esforço secundário da própria mente, ninguém quer. Pois é isso que está estampado na televisão, nas revistas, nos jornais. É como se cada pessoa ao entrar nessa vida tão medíocre, fosse carimbado na testa com um grande ”Eu sou superficial. Eu não penso com a porra dos meus próprios miolos”. É difícil, quando o mundo todo exerce sobre você uma pressão imensa, te proibindo, te limitando, te cegando. Mas foda-se o que o mundo todo acha certo, o que o mundo todo acha ”bonitinho”. O esquema é ser feliz, sem prejudicar ninguém. É fácil de se observar que hoje em dia, existem para cada cem pessoas rasas, uma a quem valha a pena se afogar. E eu realmente espero, que não importa o que a sociedade imponha sobre mim, eu ainda sim me mantenha forte. Que eu continue acreditando em mim mesma, e que eu sou independente o bastante para pensar com o meu próprio cérebro. Recife de Flores.